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PEDAGOGIA DE PROJETOS E INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS PGM
1 - PEDAGOGIA
DE PROJETOS Maria
Elisabette Brisola Brito Prado 1 Pedagogia de Projetos: Fundamentos e Implicações “Se fizermos do projeto uma camisa de força para todas as atividades escolares, estaremos engessando a prática pedagógica.” (Almeida, 2001) Introdução Atualmente, uma das temáticas que vem sendo discutida no cenário educacional é o trabalho por projetos. Mas que projeto? O projeto político-pedagógico da escola? O projeto de sala de aula? O projeto do professor? O projeto dos alunos? O projeto de informática? O projeto da TV Escola? O projeto da biblioteca? Essa diversidade de projetos que circula freqüentemente no âmbito do sistema de ensino, muitas vezes, deixa o professor preocupado para saber como situar a sua prática pedagógica em termos de propiciar aos alunos uma nova forma de aprender integrando as diferentes mídias nas atividades do espaço escolar. Existem,
em cada uma dessas instâncias do projeto, propostas e trabalhos
interessantes; a questão é como conceber e tratar a articulação
entre as instâncias do projeto, para que de fato seja reconstruída
na escola uma nova forma de ensinar, integrando as diversas mídias e
conteúdos curriculares numa perspectiva de aprendizagem construcionista.
Segundo Valente (1999), o construcionismo “significa
a construção de conhecimento baseada na realização concreta de uma
ação que produz um produto palpável (um artigo, um projeto, um
objeto) de interesse pessoal de quem produz ”
(p. 141). Na
pedagogia de projetos, o aluno aprende no processo de produzir, de
levantar dúvidas, de pesquisar e de criar relações, que incentivam
novas buscas, descobertas, compreensões e reconstruções de
conhecimento. E, portanto, o papel do professor deixa de ser aquele
que ensina por meio da transmissão de informações – que tem como
centro do processo a atuação do professor –, para criar situações
de aprendizagem cujo foco incide sobre as relações que se
estabelecem neste processo, cabendo ao professor realizar as mediações
necessárias para que o aluno possa encontrar sentido naquilo que está
aprendendo, a partir das relações criadas nessas situações. A esse
respeito Valente (2000) acrescenta: “(...) no desenvolvimento do projeto o professor pode trabalhar com [os alunos] diferentes tipos de conhecimentos que estão imbricados e representados em termos de três construções: procedimentos e estratégias de resolução de problemas, conceitos disciplinares e estratégias e conceitos sobre aprender” (p. 4). No
entanto, para fazer a mediação
pedagógica, o professor precisa acompanhar o processo de
aprendizagem do aluno, ou seja, entender seu caminho, seu universo
cognitivo e afetivo, bem como sua cultura, história e contexto de
vida. Além disso, é fundamental que o professor tenha clareza da sua
intencionalidade pedagógica para saber intervir no processo de
aprendizagem do aluno, garantindo que os conceitos utilizados,
intuitivamente ou não, na realização do projeto sejam
compreendidos, sistematizados e formalizados pelo aluno. Outro
aspecto importante na atuação do professor é o de propiciar o
estabelecimento de relações interpessoais entre os alunos e
respectivas dinâmicas sociais, valores e crenças próprios do
contexto em que vivem. Portanto, existem três aspectos fundamentais
que o professor precisa considerar para trabalhar com projetos: as
possibilidades de desenvolvimento de seus alunos; as dinâmicas
sociais do contexto em que atua e as possibilidades de sua mediação
pedagógica. O
trabalho por projetos requer mudanças
na concepção de ensino e aprendizagem e, conseqüentemente,
na postura do professor. Hernández (1988) enfatiza que o trabalho por
projeto “não
deve ser visto como uma opção puramente metodológica, mas como uma
maneira de repensar a função da escola ”
(p. 49). Essa compreensão é
fundamental, porque aqueles que buscam apenas conhecer os
procedimentos, os métodos para desenvolver projetos, acabam se
frustrando, pois não existe um modelo ideal pronto e acabado que dê
conta da complexidade que envolve a realidade de sala de aula, do
contexto escolar. Mas
que realidade? Claro que existem diferenças, e que todas precisam ser
tratadas com seriedade para que a comunidade escolar possa
constituir-se em um espaço de aprendizagem, favorecendo o
desenvolvimento cognitivo, afetivo, cultural e social dos alunos. Uma
realidade em que o professor se depara atualmente é caracterizada
pela chegada de novas tecnologias (computador, Internet, vídeo,
televisão) na escola, que apontam novos desafios para a comunidade
escolar. O que fazer diante desse novo cenário? De repente o
professor que, confortavelmente, desenvolvia sua ação pedagógica
– tal como havia sido preparado durante a sua vida acadêmica
e pela sua experiência em sala de aula – se vê diante de uma situação
que implica novas aprendizagens e mudanças na prática pedagógica. A
pedagogia de projetos, embora constitua um novo desafio para o
professor, pode viabilizar ao aluno um modo de aprender baseado na integração
entre conteúdos das várias áreas do conhecimento, bem como entre
diversas mídias (computador, televisão, livros), disponíveis no
contexto da escola. Por outro lado, esses novos desafios educacionais
ainda não se encaixam na estrutura do sistema de ensino, que mantém
uma organização funcional e operacional – como, por exemplo, horário
de aula de 50 minutos e uma grade curricular seqüencial – que
dificulta o desenvolvimento de projetos que envolvam ações
interdisciplinares, que contemplem o uso de diferentes mídias disponíveis
na realidade da escola e impliquem aprendizagens que extrapolam o
tempo da aula e o espaço físico da sala de aula e da escola. Daí
a importância do desenvolvimento de projetos
articulados envolvendo a co-autoria dos vários
protagonistas do processo educacional. O fato de um projeto de
gestão escolar estar articulado com o projeto de sala de aula do
professor, que por sua vez visa propiciar o desenvolvimento de
projetos em torno de uma problemática de interesse de um grupo de
alunos, integrando o computador, materiais da biblioteca e a televisão,
torna-se fundamental para o processo de reconstrução de uma nova
escola. Isto porque a parceria que se estabelece entre os
protagonistas (gestores, professores, alunos) da comunidade escolar
pode facilitar a busca de soluções que permitem viabilizar a realização
de novas prática pedagógicas, tendo em vista a aprendizagem para a
vida. A
pedagogia de projetos, na perspectiva da integração entre diferentes
mídias e conteúdos, envolve a inter-relação de conceitos e de
princípios, os quais sem a devida compreensão podem fragilizar
qualquer iniciativa de melhoria de qualidade na aprendizagem dos
alunos e de mudança da prática do professor. Por essa razão, os tópicos
a seguir abordam e discutem alguns conceitos, bem como possíveis
implicações envolvidas na perspectiva da pedagogia de projetos, que
se viabiliza pela articulação entre mídias, saberes e
protagonistas. Conceito de Projeto A
idéia de projeto envolve a antecipação
de algo desejável que ainda não foi realizado, traz a idéia de
pensar uma realidade que ainda não aconteceu. O processo de projetar
implica analisar o presente como fonte de possibilidades futuras
(Freire e Prado, 1999). Tal como vários autores2
colocam, a origem da palavra projeto deriva do latim projectus,
que significa algo lançado para frente. A idéia de projeto é própria
da atividade humana, da sua forma de pensar em algo que deseja tornar
real, portanto, o projeto é
inseparável do sentido da ação (Almeida, 2002).
Neste sentido Barbier (In: Machado, 2000) salienta: “(...) o projeto não é uma simples representação do futuro, do amanhã, do possível, de uma idéia; é o futuro a fazer, um amanhã a concretizar, um possível a transformar em real, uma idéia a transformar em acto” (p.6). No
entanto, o ato de projetar requer abertura
para o desconhecido, para o não-determinado e flexibilidade
para reformular as metas à medida que as ações projetadas
evidenciam novos problemas e dúvidas. Um
dos pressupostos básicos do projeto é a autoria
– seja individual, em grupo ou coletivamente. A esse respeito
Machado (2000) destaca que não se pode ter projeto pelos outros. É
por esta razão que enfatizamos que a possibilidade de o professor ter
o seu projeto de sala de aula não significa que este deverá ser
executado pelo aluno. Cabe ao professor elaborar projetos para
viabilizar a criação de situações que propiciem aos alunos
desenvolverem seus próprios projetos. São níveis de projetos
distintos que se articulam nas interações em sala de aula. Por
exemplo, o projeto do professor pode ser descobrir estratégias para
que os alunos construam seus projetos tendo em vista discutir sobre
uma problemática de seu cotidiano ou de um assunto relacionado com os
estudos de certa disciplina, envolvendo o uso de diferentes mídias
disponíveis no espaço escolar. Isto
significa que o projeto do
professor pode ser constituído pela própria prática pedagógica,
a qual será antecipada (relacionando as referências das experiências
anteriores e as novas possibilidades do momento), colocada em ação,
analisada e reformulada. De certa forma esta situação permite
ao professor assumir uma postura reflexiva
e investigativa da
sua ação pedagógica e, portanto, caminhar no sentido de reconstruí-la
com vistas a integrar o uso das mídias numa abordagem
interdisciplinar. Para
isto é necessário compreender que no trabalho por projetos, as
pessoas se envolvem para descobrir ou produzir algo novo, procurando
respostas a questões ou problemas reais. “Não
se faz projeto quando se tem certezas, ou quando se está imobilizado
por dúvidas ”
(Machado, 2000, p. 7). Isto
significa que o projeto parte de uma problemática e, portanto, quando
se conhece a priori todos os passos para solucionar o problema,
esse processo se constitui num exercício e aplicação do que já se
sabe (Almeida, 2002). Projeto não pode ser confundido com um conjunto
de atividades que o professor propõe para que os alunos realizem a
partir de um tema dado pelo professor ou colocado pelo aluno,
resultando numa apresentação de trabalho. Na
pedagogia de projetos é necessário, “ter
coragem de romper com as limitações do cotidiano, muitas vezes
auto-impostas ”
(Almeida e Fonseca Júnior, 2000, p. 22) e “delinear
um percurso possível que pode levar a outros, não imaginados a
priori ”
(Freire e Prado, 1999, p. 113). Mas, para isto é fundamental repensar
as potencialidades de aprendizagem dos alunos para a investigação de
problemáticas que possam ser significativas para eles e repensar o
papel do professor nesta perspectiva pedagógica, inclusive integrando
as diferentes mídias e outros recursos existentes no contexto da
escola. Aprendendo e “Ensinando” com Projetos A
pedagogia de projetos deve permitir que o aluno aprenda-fazendo
e reconheça a própria autoria
naquilo que produz por meio de questões
de investigação que lhe impulsionam a contextualizar
conceitos já conhecidos e descobrir
outros que emergem durante o desenvolvimento do projeto. Nesta
situação de aprendizagem, o aluno precisa selecionar informações
significativas, tomar decisões, trabalhar em grupo, gerenciar
confronto de idéias, enfim desenvolver competências
interpessoais para aprender de forma colaborativa com seus
pares. A
mediação do professor
é fundamental, pois, ao mesmo tempo que o aluno precisa reconhecer a
sua própria autoria no projeto, ele também precisa sentir a presença
do professor que ouve, questiona e orienta, visando propiciar a
construção de conhecimento do aluno. A mediação implica a criação
de situações de aprendizagem que permitam ao aluno fazer
regulações, uma vez que os conteúdos envolvidos no projeto precisam
ser sistematizados para que os alunos possam formalizar os
conhecimentos colocados em ação. O trabalho por projeto potencializa
a integração de diferentes áreas de conhecimento, assim como a
integração de várias mídias e recursos, os quais permitem ao aluno
expressar seu pensamento por meio de diferentes linguagens e formas de
representação. Do ponto de vista de aprendizagem no trabalho por
projeto, Prado (2001) destaca a possibilidade de o aluno
recontextualizar aquilo que aprendeu, bem como estabelecer relações
significativas entre conhecimentos. Nesse processo, o aluno pode
ressignificar os conceitos e as estratégias utilizadas na solução
do problema de investigação que originou o projeto e, com isso,
ampliar o seu universo de aprendizagem.
Em
se tratando dos conteúdos, a pedagogia de projetos é vista pelo seu
caráter de potencializar a interdisciplinaridade.
Isto de fato pode ocorrer, pois o trabalho com projetos permite romper
com as fronteiras disciplinares, favorecendo o estabelecimento de elos
entre as diferentes áreas de conhecimento numa situação
contextualizada da aprendizagem. No entanto, muitas vezes o professor
atribui valor para as práticas interdisciplinares e com isso passa a
negar qualquer atividade disciplinar. Essa visão é equivocada, pois
Fazenda (1994) enfatiza que a interdisciplinaridade se dá sem que
haja perda da identidade das disciplinas. Nesse sentido, Almeida
(2002) corrobora com estas idéias destacando: “(...)
que o projeto rompe com as fronteiras disciplinares, tornando-as permeáveis
na ação de articular diferentes áreas de conhecimento, mobilizadas
na investigação de problemáticas e situações da realidade. Isso não
significa abandonar as disciplinas, mas integrá-las no
desenvolvimento das investigações, aprofundando-as verticalmente em
sua própria identidade, ao mesmo tempo, que estabelecem articulações
horizontais numa relação de reciprocidade entre elas, a qual tem
como pano de fundo a unicidade do conhecimento em construção” (p.58). O
conhecimento específico – disciplinar – oferece ao aluno a
possibilidade de reconhecer e compreender as particularidades de um
determinado conteúdo e o conhecimento integrado – interdisciplinar
– lhe dá a possibilidade de estabelecer relações significativas
entre conhecimentos. Ambos se realimentam e um não existe sem o
outro. Este
mesmo pensamento serve para orientar a integração
das mídias, no desenvolvimento de projetos.
Conhecer as especificidades e as implicações do uso pedagógico
de cada mídia disponível no contexto da escola favorece ao professor
criar situações para que o aluno possa integrá-las de forma
significativa e adequada ao desenvolvimento do seu projeto. Por
exemplo, quando o aluno utiliza o computador para digitar um texto, é
importante que o professor conheça o que envolve o uso deste recurso
em termos de ser um meio pedagógico, mas um meio que pode interferir
no processo de o aluno reorganizar as suas idéias e a maneira de
expressá-las. De igual maneira em relação a outras mídias que estão
ao alcance do trabalho pedagógico. Estar atento e buscando a
compreensão do uso das mídias no processo de ensino e aprendizagem
é fundamental para a sua integração no trabalho por projetos.
De
fato, a integração efetiva poderá ser desenvolvida à medida que
sejam compreendidas as especificidades de cada universo envolvido, de
modo que as diferentes mídias possam ser integradas ao projeto,
conforme suas potencialidades e características, caso contrário,
corre-se o risco da simples justaposição de mídias ou de sua
subutilização. Isto nos faz reportar a uma situação já conhecida
de muitos professores que atuam com a informática na educação. Um
especialista em informática que não compreende as questões
relacionadas ao processo de ensino e aprendizagem terá muita
dificuldade para fazer a integração das duas áreas de conhecimento
– informática e educação. Isto também acontece no caso de um
especialista da educação que não conhece as funcionalidades,
implicações e possibilidades interativas envolvidas nos diferentes
recursos computacionais. Claro que não se espera a mesma “expertise”
nas duas áreas de conhecimento, para poder atuar com a informática
na educação, mas o desconhecimento de uma das áreas pode desvirtuar
uma proposta integradora da informática na educação. Para integrá-las,
é preciso compreender as características inerentes às duas áreas e
às práticas pedagógicas nas quais essa integração se concretiza. Esta
visão atualmente se apresenta de forma mais ampla, uma vez que o
desenvolvimento da tecnologia avança vertiginosamente e a sua presença
na escola torna-se mais freqüente a cada dia. Uma preocupação com
isso é que o professor não foi preparado para desenvolver o uso
pedagógico das mídias. E para isto não basta que ele aprenda a
operacionalizar os recursos tecnológicos, a exigência em termos de
desenvolver novas formas de ensinar e de aprender é muito maior. Esta
questão, no entanto, diz respeito à formação
do professor – aquela que poderá ser desenvolvida na sua própria
ação e de forma continuada, pois hoje com a tecnologia basta ter o
apoio institucional que prioriza a qualidade do trabalho educacional. Algumas considerações O
fato de a pedagogia de projetos não ser um método para ser aplicado
no contexto da escola dá ao professor uma liberdade de ação que
habitualmente não acontece no seu cotidiano escolar. No entanto, esta
situação pode provocar um certo desconforto, pois seus referenciais
sobre como desenvolver a prática pedagógica não se encaixam nessa
perspectiva de trabalho. Assim, surgem entre os professores vários
tipos de questionamentos que representam uma forma interessante na
busca de novos caminhos. Mas, se o trabalho por projetos for visto
tanto pelo professor como pela direção da escola como uma camisa-de-
força, isto pode paralisar as ações pedagógicas e o seu processo
de reconstrução. Uma
questão que gera questionamento entre os professores é o fato de que
nem todos os conteúdos curriculares previstos para serem estudados
numa determinada série/nível de escolaridade são possíveis de
serem abordados no contexto do projeto. Esta é uma situação que
mostra que o projeto não pode ser concebido como uma camisa-de-força,
pois existem momentos em que outras estratégias pedagógicas precisam
ser colocadas em ação para que os alunos possam aprender
determinados conceitos. Nesse
sentido, é necessário que o professor tenha abertura e flexibilidade
para relativizar a sua prática e as estratégias pedagógicas, com
vistas a propiciar ao aluno a reconstrução do conhecimento. O
compromisso educacional do professor é justamente saber o
quê, como, quando e
porquê desenvolver determinadas ações pedagógicas. E para
isto é fundamental conhecer o processo de aprendizagem do aluno e ter
clareza da sua intencionalidade pedagógica. Outro
questionamento que normalmente vem à tona diz respeito à duração
de um projeto, uma vez que a atuação do professor segue um calendário
escolar e, portanto, pensar na possibilidade de ter um projeto sem fim
cria uma certa preocupação em termos de seu compromisso com os
alunos de uma determinada turma. Nesse sentido, uma possibilidade
seria pensar no desenvolvimento de um projeto que tenha começo-meio-fim,
tratando esse fim como um momento provisório, ou seja, que a partir
de um fim possam surgir novos começos. A importância desse ciclo de
ações é justamente que o professor possa criar momentos de
sistematização dos conceitos, estratégias e procedimentos
utilizados no desenvolvimento do projeto. A formalização pode
propiciar a abertura para um novo ciclo de ações num nível mais
elaborado de compreensão dando, portanto, um formato de uma espiral
ascendente, representando o mecanismo do processo de aprendizagem. Referências Bibliográficas Almeida, F. J. & Fonseca Júnior, F.M. Projetos e ambientes inovadores. Brasília: Secretaria de Educação a Distância – SEED/ Proinfo – Ministério da Educação, 2000. Almeida, M.E.B. de. Como se trabalha com projetos (Entrevista). Revista TV escola. Secretaria de Educação a Distância. Brasília: Ministério da Educação, SEED, nº 22, março/abril, 2002. . Educação, projetos, tecnologia e conhecimento. São Paulo: PROEM, 2002 Fazenda, I. C. A. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus, 1994. Freire, F.M.P. & Prado,
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Pesquisadora-colaboradora do Núcleo de Informática Aplicado
à Educação NIED-UNICAMP e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação
em Educação: Currículo da PUC-SP. 2 Tais como: Machado (2000); Freire & Prado (1999); Almeida (2002); Almeida & Fonseca Junior (2000).
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